“O evangelho morreu na cruz.”

“O cristianismo é um platonismo para o povo.”

“Nietzsche nunca se pretendeu um profeta, um pastor ou um sacerdote. Pelo contrário, sempre quis que cada um fizesse a sua própria senda.”

“A vida é pulso.”

“O cristianismo não é a única interpretação do mundo, há outras.”

“Quanto maior o número de olhares, de olhares distintos que saibamos empregar para ver uma mesma coisa, tanto mais completo será nosso ‘conceito’ sobre ela, tanto mais completa será nossa ‘objetividade’…”

trechos da introdução de Mauro Araujo Sousa em O anticristo, de Friedrich Nietzsche (Martin Claret).

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments