Afirmações diretas e declarações dogmáticas podem se transformar em mero blá-blá-blá religioso que não tem o poder de nos sacudir e desafiar da maneira que precisamos. Kafka escreveu a seu amigo Oskar Plook em 1904: “Acho que devemos ler somente livros afiados e cortantes. Se o livro que estivermos lendo não nos sacudir como se levássemos um soco no esqueleto, por que haveríamos de nos preocupar em lê-lo?”.

Trecho da página 30 do livro Meu legado espiritual, de James Houston (Mundo Cristão)

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