Na qualidade de um dos mais conhecidos escritores existencialistas da época, Camus certamente era ateu. Pelo resto do dia, fiquei tentando avaliar o significado daquele encontro.

– Eu acreditava que os ideias do Partido nos libertariam da pobreza e da intolerância – continuou Camus. – Mas, quando vi Stalin ignorando o sofrimento de seus condidadãos, não pude mais suportar o comunismo. Muitos de meus amigos foram capazes de ignorar condutas antiéticas em favor da política abstrata, mas eu não pude. Sempre me perturbou o conflito entre a teoria e a prática.

Ele queria mais do que uma compreensão da fé. Ele queria experimentar essa fé, e tê-la agindo em sua vida.

Howard Mumma em Albert Camus e o Teólogo (Carrenho Editorial)

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