“Tinha consciência de que prometer coisas a Deus era idiota e irracional…”

O autor toca levemente nesse assunto que está tão na moda ultimamente. Logo no início do livro o personagem principal, em sua ignorância acerca das coisas de Deus, apela para o caminho mais fácil, prometendo recompensas a Deus em troca de Sua ajuda. Em seu desespero ele queria seguir a estrada larga que não leva a lugar nenhum, uma estrada que não traz resultados: barganhar com Deus.
Porém, ao longo da estória, ele vai percebendo que Deus não precisa de nossas “oferendas” para dar o seu amor. O amor de Deus é totalmente incondicional.

Martins

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