Mais de 46 mil livros viraram cinzas no Instituto Autônomo de Bibliotecas do estado de Miranda, o segundo mais populoso da Venezuela. Segundo Miriam Hermoso, presidente da instituição, os livros foram destruídos pela anterior gestão regional por “motivos ideológicos”. Ela afirmou que as obras estavam relacionadas com o que consideram “o império norte-americano”, citando como exemplo “histórias infantis onde há neve”. De acordo com Hermoso, a gestão anterior deu mais importância à literatura revolucionária e seu principal objetivo era a formação ideológica”.

Em artigo para o jornal venezuelano El Universal, Beatriz W. De Rittigstein lembra a frase do poeta alemão Heinrich Hein, de 1821: “Aí onde se queimam livros, também acabam queimando seres humanos”.

foto: cena do filme Farenheit 451, de François Truffaut, baseado no livro homônimo de Ray Bradbury.
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difícil não falar vários palavrões ao ler s/ uma imbecilidade deste tamanho.
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pra quem acha que isso é exclusividade venezuelana, aqui no brasil há gente que vai à livraria e de lá liga p/ o pastor p/ saber se pode ler o livro que pretende comprar.
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pior ainda, há igrejas que proibem as livrarias da denominação de ter certas obras “pq contêm heresias”. líderes ignorantes perpetuando a ignorância do rebanho.

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