A maior carência de nosso tempo é de uma igreja que se torne o que ela raramente tem sido: o corpo de Cristo com a face voltada para o mundo, amando aos outros independentemente de religião ou cultura, derramando-se numa vida de serviço, oferecendo esperança a um mundo aterrorizado e apresentando-se como alternativa genuína ao presente estado de coisas. “A igreja digna desse nome é um grupo de pessoas no qual o amor de Deus quebrou o feitiço dos demônios e falsos deuses que estão produzindo neste momento uma fissura no mundo.”

Não quero a religião dura e visceral que prefere ter Clint Eastwood, e não Jesus, como herói; nem a religião especulativa que tende a aprisionar o evangelho nos salões da erudição; tampouco aquela barulhenta e indulgente, que é um apelo grosseiro à emotividade. Anseio por entusiasmo, inteligência e compaixão numa igreja despojada, que acene gentilmente para que o mundo venha desfrutar da paz e unidade que possuímos pela presença do Espírito em nosso meio.

Brennam Manning em A assinatura de Jesus

Aproveitando o embalo, depois de ler A sabedoria da ternura, presenteado a mim através deste mob, sigo lendo A assinatura de Jesus também de Brennan Manning.

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