“O tempo é um mestre-de-cerimónias que sempre acaba por nos pôr no lugar que nos compete, vamos avançando, parando e recuando às ordens dele, o nosso erro é imaginar que podemos trocar-lhe as voltas.”

“O humor é como as marés, ora sobe ora desce.”

“Me sinto a fluturar, como se não tivesse a certeza de ser o que julgo ser. às vezes penso que talvez fosse preferível não sabermos quem somos.”

“Talvez o espelho do cão seja o dono.”

“É difícil pensar quando não se sabe. Discordo, pensa-se precisamente porque não se sabe.”

José Saramago, em A caverna (Companhia das Letras).

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