“Era perto da meia-noite de sábado quando os nossos peregrinos começaram a orar, continuando ambos em oração até quase ao romper da alvorada. Momentos antes de amanhecer, prorrompeu Cristão nestas fervorosas palavras, como se estivesse espavorido: Que louco e que néscio eu sou em estar aqui neste calabouço quando podia estar gozando a liberdade! Tenho no peito uma chave chamada Promessa que, estou persuadido, poderá abrir todas as fechaduras do castelo da Dúvida.”

John Bunyan no clássico O Peregrino.

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