O vendedor de sonhos – o chamado me surpreendeu por um aspecto interessante: eu não gosto de Augusto Cury. Os livros dele não me fazem a cabeça. Mas tenho que dar o braço a torcer: ele sabe contar histórias, mesmo que em algumas você já saiba no que vai dar. Vale a leitura.

Como se achar sem nunca se perder?

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