Li Tempus Fugit pela primeira vez em 1998. Li novamente para sentir o gosto de algumas passagens que amo neste livro.

O amor mora num outro lugar: as palavras. Por isso que o Milan Kundera diz que começamos a amar uma mulher no momento em que ligamos o seu rosto a uma metáfora poética. Amamos uma pessoa pela poesia que vemos escrita no seu corpo.

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