O grande mérito de Gedeon Alencar é fazer um panorama da realidade neopentecostal, inserindo-a sociologicamente e eliminando qualquer dúvida de sua diferença e afastamento do protestantismo de raiz. Com linguagem muitas vezes ácida, Gedeon Alencar soa irônico e beira o menosprezo, mas é uma opinião minha. O subtítulo da obra já é um sinal deste aspecto: hipóteses sobre a (não) contribuição evangélica à cultura brasileira. A obra, no geral, é boa, peca um pouco no projeto gráfico e na revisão, dos 33 livros que li até agora nesse ano de 2009, este é o mais fraco nesse sentido, mas não desqualifica a pesquisa de Alencar.

• Protestantismo tupiniquim. Gedeon Alencar. Arte Editorial. (160p.)

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