Se a verdadeira culpa é o que Deus censura em nós, o que eu posso fazer por um doente é ajudá-lo a se aproximar de Deus, a escutá-lo e não esperar de minha boca um julgamento divino. Pretender exercer um arbitragem moral, dizer-lhe que deve se sentir culpado ou não, não é meu papel de médico [nem de ninguém]; é o mesmo que fechar a porta a qualquer ajuda eficaz. Não teria sido esta, por acaso, a tentação que uma certa serpente despertou no coração de nosos antigos ancestrais, incitando-os a comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal? “Como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal(Gn 3:5)

Culpa e Graça – Paul Tournier. Pág 82

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