“Bernardo Soares escreveu que nosso problema está em nossa incapacidade de desembarcar de nós mesmos.”

“Para ler Nietzsche é preciso antes ficar nu e tomar banho.”

“É preciso que os críticos se reconheçam como ‘palpiteiros’. Um crítico dá os seus palpites, opiniões, impressões, sentimentos acerca da obra sobre a qual escreve. A sua crítica é apenas um pedaço dele mesmo.”

“Como dizia Nietzsche, é preciso escrever com sangue.”

“O tico-tico não se ressente do canto da patativa, e até mesmo o aprova, achando-o melodioso. Mas, se não canto como você canta, você me chama de mentiroso” (Angelus Silesius, século XVII).

Rubem Alves, em Ostra feliz não faz pérola (Planeta).

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