“Ninguém é mais importante, para nós, do que os mortos esculpidos na memória da família.”

“Por que explicar, por que justificar, se o que importa é sofre, apenas isso, sofrer.”

“Como poderia eu brotar, intacto, da catástrofe?”

“O homem esquece antes de sofrer.”

“Feita a confidência, senti uma espécie de paz, tardia, mas reparadora.”

Nelson Rodrigues, em Memórias – A menina sem estrela (Agir).

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