“De Camus, o livro que mais amo – e por isso mesmo releio sempre – são os seus cadernos da juventude. Nietzsche também colecionava conchinhas que ele transformava em aforismos. O que torna a conchinha importante não é o seu tamanho, mas o fato de que alguém a cata da areia e mostra para quem não a viu. Literatura é mostrar conchinhas.”

“Há explicações que são piores que uma ofensa…”

“Se convivemos bem com nossos rostos diferentes, por que haveríamos de querer que nossas ideias fossem iguais? Experimentar a diferença de ideias mansamente é uma das evidências da amizade.”

“Uma das alegrias da literatura está em que ela cria a possibilidade de estabelecer conversas mansas com pessoas ausentes e mesmo mortas.”

“Atenção: Kierkgaard, a origem dos nossos males está na comparação” (Camus).

Rubem Alves, em Ostra feliz não faz pérola (Planeta).

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