Edir Macedo concedeu uma entrevista à Folha e deixou claro que acredita na remissão dos corruptos. Ele também defendeu o aborto. O “deus” de Edir Macedo perdoa os corruptos, mas não perdoa os fetos.

Edir Macedo recorre a um trecho mal digerido do Eclesiastes para defender o aborto. Se as metáforas e símbolos da Bíblia forem lidos com literalidade rasteira, pode-se usar Ló para justificar o incesto, e Jacó para glorificar a trapaça. Recomendo que Macedo fique longe de Davi e Jônatas. No livro de Samuel, está escrito que Jônatas deu a sua espada ao cunhado porque “o amava como à sua própria vida”. Imaginem o bafafá…

Reinaldo Azevedo, em Máximas de um país mínimo (Record)

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