“Há três maneiras de você levar a vida. Você pode viver como se tudo fosse um acidente cósmico;nós não somos nadamais do que uma irritação cutânea no rosto da terra. Talvez você consiga levar a vida como se tudo fosse uma piaa de mau gosto.Eu não consigo[…]

Ou então você pode sair à noite e olhar para as estrelas e pensar: Sim, elas foram criadas por um motor primeiro, e você também, mas ele é perfeição à parte, impassível, indiferente a sua criação. Ele não se importa, ou, se o fizer, apenas se importa com o fim supremo de sua criação, e assim o que acontece com qualquer parte dela ao longo do caminho é uma questão indiferente. Você não tem importância para ele, eu não tenho importância para ele, a não ser talvez como um meio para um fim. Eu tampouco não consigo viver desse jeito[…]

Há então uma terceira maneira: Viver como quem acredita que o poder por trás do universo é um poder de amor, um poder pessoal de amor, um amor tão grande que todos nós somos realmente inportantes paa ele. Ele nos ama tanto que cada uma de nossas vidas tem um significado; ele realmente sabe sobre a queda de todos os pardais, e os cabelos de nossa cabeça estão realmente contados. Esse é o único jeito em que eu consigo viver.”

Ruth Tucker, citando Madeleine L’Engle no livro Fé e Descrença, da Mundo Cristão

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