Em visita à Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, a candidata do PV à Presidência, Marina Silva, prometeu ontem, se eleita, construir uma biblioteca em cada escola pública do país.

Aproveitando o ambiente — e instada a comentar a sugestão feita na véspera pelo presidenciável tucano, José Serra, de garantir um livro por estudante — ela falou da proposta que consta em sua plataforma para garantir aos estudantes o acesso à leitura.

— Em nosso programa de governo defendemos que se tenha uma biblioteca por escola. E que essas bibliotecas sejam devidamente orientadas, atualizadas e tenham um ambiente acolhedor para que jovens e crianças possam ter contato com a leitura. (O projeto) é difícil, mas é perfeitamente possível, técnica e economicamente viável.

A candidata aproveitou também para comentar a estreia e o pouco tempo que tem no horário eleitoral gratuito, que começa hoje nas emissoras de rádio e televisão:

— Estou certa de que o programa pode surpreender. Quando estiver próximo dos 1m30 da Marina, as pessoas vão correr para assistir.

A presidenciável também usou metáforas para prever o efeito que sua campanha de TV pode surtir nos eleitores.

— Acho que os grandes perfumes estão sempre nos menores frascos. Então, podem ter certeza de que nós vamos dar uma mensagem em pequenas porções. Mas serão pequenas porções de grande qualidade.

Para Marina, o tempo reduzido do PV é também comparável à castanha do Pará.

— Basta comer uma que você já está suprida de proteína.

Como a visita à Bienal ocorreu em um horário em que predominavam as excursões escolares, por volta das 16h30m, a candidata teve pouca oportunidade para tentar conquistar pessoas com idade para votar. Acabou fazendo corpo a corpo com crianças e adolescentes.

— Façam campanha em sua escola, peçam para seus pais, seus avós… — sugeriu Marina a um grupo de estudantes que a rodeava. — São meus generais de campanha — brincou.

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