Jean-Paul Sartre vivia no conforto da França, com bastante dinheiro no bolso, enquanto defendia a máquina assassina do Estado Soviético, assim como admirava Mao, um dos maiores genocidas da história. Enquanto Sartre elucubrava sobre as maravilhas do regime durante suas fartas refeições, milhões morriam de fome por causa do “grande salto” lançado pelo comunista, que foi na verdade um salto do precipício. Gabriel Garcia Márquez, amigo de Fidel, admitiu em entrevista que sua obra lhe proporcionava entre 350 e 400 mil dólares anuais. O escritor Saramago apoiou, durante anos, o socialismo cubano, que escravizou a população e, que trouxe miséria generalizada, com a exceção apenas de Fidel e seus amigos. Rompeu com Fidel após o assassinato de mais três intelectuais, como se os milhares no currículo do ditador não tivessem importância ou fosse justificáveis pelo fim maior da revolução. saramago ganhou o prêmio Nobel de literatura e juntou uma boa fortuna com a venda de seus livros.

Rodrigo Constantino, em Estrela Cadente: as contradições e trapalhadas do PT (Soler)

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