Eu deveria mencionar o fato de que, em testes de personalidade, os resultados me classificam como extremamente introvertido. Escrever é um ato solitário, e me sinto muito satisfeito de poder me trancar numa cabana nas montanhas com uma pilha de livros e lá passar uma semana inteira, sem falar com ninguém, exceto o quitandeiro. As viagens me deixam exausto e são caras, e os compromissos públicos em países em desenvolvimento muitas vezes me parecem “discursos em campo de combate”. Ao voltar para casa, sinto-me feliz em retomar a vida de um peregrino solitário. Apesar disso tudo, continuo viajando pelo mundo indagando o que acontece quando a fé sobre a qual escrevo na cabana da montanha enfrenta o mundo real. Ela funciona?

Philip Yancey, em Para que serve Deus: em busca da verdadeira fé (Mundo Cristão)

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