Somos conhecidos não só por nossas práticas de jejum, oração e leitura bíblica, por nossos cultos emotivos, por nosso evangelismo entusiasmado, e por não fumar nem consumir álcool, mas também — e isto é o que preocupa — por não ter conseguido articular essa espiritualidade evangélica com os âmbitos particulares da vida diária, como a família, a empresa, a escola, a vida pública e a sociedade. Então, algo deve andar mal.

Harold Segura C. em Para que Serve a Espiritualidade, da Ultimato

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