Malgrado se reafirme todos os “direitos” do indivíduo, paralelamente se denigre abertamente a espécie. O pós-modernismo rechaça o predomínio tradicional – inclusive bíblico – do ser humano sobre o resto da natueza. Investem-se muito mais recursos e energias em defender as espécies animais em risco de extinção, e em proteger o ecossistema, do que em salvar os milhões de seres humanos que anualmente morrem no ventre de suas mães, ou de fome, nos bairros pobres. De fato, responsabilizam-se o homem e a tecnologia pele destruição da “mãe-terra”, considerada como uma divindidade.

Alejandro Peña Esclusa, em O Continente da Esperança. (É Realizações)

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