Esta terça-feira (12) é o Dia Nacional da Leitura, instituído pelo Ministério da Cultura, no ano passado. Esse hábito pode ser estimulado desde cedo e ajuda no desenvolvimento das crianças, inclusive no desempenho na escola. Além disso, um livro pode significar uma opção criativa de diversão em família e um bom presente neste Dia da Criança.

Todas as noites, Lucas Cavalcanti de Sá, de 7 anos, e a mãe, Ednéia Cavalcanti (foto 2), cumprem um ritual. Antes de dormir, eles vão juntos até a estante do quarto de Lucas e escolhem um livro. A contação de histórias acontece desde que ele era bem pequeno.

Agora, o menino já aprendeu a ler. Mesmo assim, gosta quando a mãe participa da leitura. “Às vezes eu leio tudo, ou então a gente divide”, disse.

Ednéia gosta e incentiva essa paixão do filho pela leitura. Além dos livros que eles têm em casa, Lucas traz outros da escola para que ela leia para ele. E também não é raro os dois lerem ao mesmo tempo, mas cada um com o seu livro. “Outra coisa que a gente gosta de fazer é inventar história. Eu tenho isso como uma atividade prazerosa”, contou a mãe.

Um filho apaixonado por livros parece ser o sonho de todas as mães. Esse desejo pode ser conquistado com a ajuda da escola. Quem dá o exemplo é a Escola Municipal Milton de Almeida Santos que, há um ano, desenvolve o projeto Ler para Acalentar.

As crianças ainda não conhecem as letras, não conseguem ler as histórias. Mesmo assim, são estimuladas a contar para os colegas o que entendem através das gravuras. “Assim as crianças desenvolvem a oralidade, o interesse e o cuidado com livro, a melhora da produção, além de estimular o interesse de recontar histórias”, explicou a vice-diretora da escola, Regina Gouveia.

E para que o gosto pelos livros realmente cresça, a participação dos pais é fundamental. Atendendo a um pedido da escola, eles lêem para os filhos as histórias que vão ser contadas depois para os colegas. “Agora, o meu filho não está mais tão tímido. Antes, ele não sabia ler direito, agora escreve letrinhas, melhorou muito”, falou a faxineira Clauderlândia Domingos.

fonte: 360 graus

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