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Salas vermelhas, de armazenamento e acesso ao acervo em meio digital

 O premiado projeto da Bibliotheek Universiteit van Amsterdam, desenvolvido pela parceria  Roelof Mulder & Ira Koers foi pensado para criar vários espaços  que representassem aos alunos uma “segunda casa” onde pudessem estudar. A biblioteca não possibilita o acesso ao acervo impresso (restrito), mas armazena grandes quantidades de estoques digitais de informação, na chamada “sala vermelha”, em que os interessados têm acesso para solicitar suas cópias digitais.

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Sala vermelha

Alguns destes espaços reproduzem cenas domésticas, como a sala de estudos que têm mesas de cozinha para estudo em grupo. Os projetistas pensaram no espaço físico como uma página de um livro, mas em branco, em que os próprios alunos determinassem como ele seria preenchido.
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Um pouco de cor

A idéia dos arquitetos é bastante interessante por considerar os utilizadores comoponto central do projeto. Tenho por hábito me colocar  sempre como usuária para avaliar serviços, produtos e principalmente projetos e, claro  neste caso a avaliação tem componentes de subjetividade. Mesmo considerando a falta de informações e apenas pelas fotos que vi, me imaginei neste espaço tentanto estudar e a sensação que me vem é de frieza e impessoalidade (penso que não escolheria este espaço para uma leitura). A meu ver há excesso no uso do branco, o que traz esta sensação de pouco aconchego.
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Terminais para atendimento
área total da bibliioteca é de 2.300m2 
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Como num restaurante, mesas para estudo informal e em grupo

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