Os apreciadores de livros antigos, pergaminhos e ilustrações poderão simular que são pesquisadores e estão tocando alguns dos documentos mais raros do mundo numa nova exposição dos tesouros da Biblioteca do Vaticano.
Não há necessidade de levar luvas brancas de algodão; elas serão fornecidas pela biblioteca a fim de aumentar a sensação de autenticidade, embora os documentos que poderão ser tocados sejam fac-símiles de alta qualidade.
A exposição, que será aberta ao público na quarta-feira, na Praça São Pedro, recria uma miniversão dos afrescos da Biblioteca Vaticana, que abriga mais de 1,6 milhão de livros raros, manuscritos, moedas, primeiras edições e lacres de cera.
Entre os fac-símiles de documentos passíveis de serem tocados estão os manuscritos do Borgianus Latinus, missal de Natal feito para o papa Alexandre VI, que se tornou pontífice em 1492, no mesmo ano em que Colombo descobriu a América.
Outro fac-símile é uma edição da Divina Comédia, de Dante, de 1564.
Alguns originais também estarão expostos, mas não poderão ser tocados, incluindo uma página do Alcorão do século VII.
A exposição – chamada “Conhecer a Biblioteca Vaticana: uma história aberta ao futuro” – fica na Ala Carlo Magno, no lado esquerdo da colunata na Praça São Pedro e permanecerá aberta até o dia 31 de janeiro.

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