Foto: Tanara de Araújo/Band
Narciza durante o lançamento de Ai, que Absurdo! em São Paulo

Tanara de Araujo

Socialite, jornalista, advogada, escritora e protagonista das histórias mais loucas e absurdas do jet set brasileiro. Após dez anos da publicação de parte desses “causos” no livro “Ai, Que Loucura!”, Narciza Tamborindeguy volta a abrir o baú de memórias em “Ai, Que Absurdo!”, editado pela Matrix.

Recentemente, Narciza (Sim, agora com “Z”) esteve em São Paulo para coquetel de lançamento do volume, onde recebeu amigos e fãs. Sem perder o humor, também concedeu entrevistas à base de pura sinceridade, confessando, por exemplo, que não lembra quando (e se) andou de ônibus na vida.

Se não sabe quanto custa um passe de metrô, ela sabe bem vender seu peixe. Perguntada se sabia qual era o preço de seu livro, não tardou a responder: R$ 29,90. Não é caro, Narciza? “Imagina, de onde eu venho é praticamente dado!”

Mas Mrs.Tamborindeguy não é só polêmica. Ela conta que se arrepende de algumas peripécias – dando a entender que não gostou da repercussão do famoso vídeo, no qual diz que já atirou ovos na rua pela janela de seu apartamento. Ela também faz questão de deixar claro que adora fazer o bem por meio da instituição “Casa de Narciza”, na qual ajuda crianças carentes.

Ao eBand, Narciza contou com exclusividade o que se pode esperar de “Ai, Que Absurdo!” e outras histórias…

O que as pessoas podem esperar de “Ai, Que Absurdo”?
Podem esperar experiências vividas por mim, histórias divertidas, glamour, humor, tudo para desopilar a alma, para rir, para se divertir. É um livro leve, muito divertido, com muitas histórias mundanas. Coisas inusitadas para mostrar que a vida, além de louca, é absurda, é maravilhosa, é divina, é tudo de bom!

Você levou dez anos para dar continuidade a “Ai, que Loucura!. Por que tanto tempo?
Ah, porque eu demorei para ter inspiração e coragem.

É um livro inspirado e corajoso, então?
É! É um outro filho. E eu só faço o que é bom, então, eu demorei para organizar todas as histórias. Mas agora já estou com muitas outras para o próximo, que vai se chamar “Ai, que Delícia!”.

Além dos “causos”, o livro traz várias dicas de viagem. Quais você destacaria como realmente imperdíveis?
As ilhas de Sardenha e Capri, na Itália. Nova York, é claro! E no Brasil, recomendo Santo Antônio Além do Carmo, que fica na Bahia, e Fernando de Noronha.

No livro, você também fala de suas obras assistenciais. O que você tem feito nesta área?
Ah, Lar de Narcisa, não posso esquecer… O Lar de Narcisa é uma instituição com cerca de 200 crianças. Lá eu já troquei o piso, já dei uma cozinha industrial, computadores, festas, brinquedos. Na Páscoa, gosto de ir lá à noite para levar os ovinhos para, quando as crianças acordarem, eles já estarem lá. É um privilégio poder ajudar essas crianças, elas são muito legais, muito espiritualizadas. E tem duas escolas com o nome do meu pai, Mario Tamborindeguy, que eu também ajudo. Enfim, eu amo ajudar para ser ajudada. Eu amo dar a mão ao próximo.

Você é constantemente descrita como “polêmica”…
Falem mal ou falem bem, mas falem de mim.

Narciza é mesmo polêmica?
É, não deixa de ser…

E você gosta de carregar este estigma?
Eu acho que eu sou original, sou autêntica, sou única. Entendo isso como autenticidade, porque eu falo a verdade, doa a quem doer.

Você já se arrependeu de algum comentário ou atitude que tenha repercutido mal?
Claro que eu me arrependi. Fiquei muito deprimida com essas coisas que saíram no Youtube. Mas superei, né? Segui a vida em frente.

Fonte: eBand

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