A literatura latino-americana vive uma boa fase. Nomes como o do chileno Roberto Bolaño, um querido dos críticos, e do peruano Mario Vargas Llosa, vencedor do prêmio Nobel de 2010, estão recolocando o continente no mapa cultural. Em passagem pelo Brasil, o romancista Ricardo Piglia, considerado um dos grandes nomes dos livros argentinos, faz uma análise do momento vivido pela literatura da região. Com direito a declarações polêmicas. O Nobel Vargas Llosa, por exemplo, não é poupado de críticas. “Ele foi um bom romancista até A Casa Verde“, diz Piglia, se referindo a um livro lançado em 1966. Confira abaixo o melhor da conversa com o argentino.

Maria Carolina Maia, na Veja

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