Enxurrada de biografias nas livrarias. O ano de 2010 foi marcado pelo lançamento de muitos livros quer trazem relatos novos e interessantes sobre figuras de destaque da história recente, como José Saramago e Chico Xavier, e figuras pop como David Bowie, Jonh Lennon, Ozzy Osbourne, Lady Gaga e Justin Bieber. Agora, próximo do fim de ano, mais 3 obras chegam para enriquecer ainda mais biblioteca dos leitores, como as do estadista Winston Churchill, do “rei” do rock Elvis Presley e da lendária banda Led Zeppelin.

Uma das figuras mais emblemáticas do século XX, Winston Churchill ganha biografia assinada por Paul Johnson, renomado escritor e historiador inglês com mais de quarenta obras publicadas. Em Churchill (Nova Fronteira), o autor conta a trajetória deste soldado, parlamentar, orador, jornalista, pintor, escritor, pai de família, historiador e líder britânico considerado fundamental por sua atuação como primeiro-ministro durante a Segunda Guerra Mundial.

A obra traça um panorama do cenário político da época associado à história de Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, famoso por preservar a liberdade e a democracia, seus dramáticos altos e baixos, sua oratória nobre e sua verve luminosa. A riqueza da animada e concisa biografia, dividida em oito capítulos, está na minúcia pela qual Paul Johnson descreve desde o nascimento de Churchill até seus dias mais gloriosos, abordando cada aspecto de suas trajetórias pessoal, profissional e política.

O livro é recheado com fotos, curiosidades e declarações de personalidades próximas ao estadista. Para o New York Times, Johnson, que colunista da Forbes e da Spectator, “consegue dar ao leitor a sensação de ter conhecido Churchill”.

Revolucionário -Considerado o “rei” do rock, Elvis Presley escandalizou a sociedade americana das décadas de 1950, 60 e 70 com uma mistura de rebeldia e sensualidade nunca antes vistas e que revolucionou uma época. Em Elvis Presley e a Revolução do Rock (Agir), Sébastian Danchin, especialista em música negra americana e biografias, descreve o extraordinário destino desse filho do “lixo branco pobre” americano e mostra como seu sucesso pode ser associado à conjunção de história, geografia, tempo, espaço e talento.

Por meio de análises da situação da sociedade americana da época, chamando atenção para a divisão marcada entre Norte branco e Sul negro, o autor mostra como a presença de Elvis configurou não só uma transformação musical, mas uma mudança social revolucionária nos Estados Unidos conservador dos anos 1950.

Por ser, antes de tudo, uma biografia, a obra lançada pela editora Agir é baseada na constante ligação entre o contexto da época e a vida do rei do rock. Danchin revela com riqueza de detalhes o motivo e a forma pelos quais aquela realidade se refletia no comportamento do ídolo -como, por exemplo, no capítulo que trata da relação de Elvis com as mulheres e sua filha.

O livro promete agradar tanto aficionados pela figura e a música de Elvis quanto interessados em música pop em geral e na história do século XX. A obra é repleta de declarações de especialistas, personalidades importantes no meio musical e na trajetória do ídolo – como Sam Phillips, o homem responsável pela descoberta de Presley. O livro conta ainda com a completa discografia, filmografia e bibliografia do astro.

Registro magnífico – O grupo britânico Led Zeppelin pode ser considerado um ícone da história do rock. As músicas, o visual, a postura e toda mística que há em torno da banda ajudaram a colocá-la num patamar superior em relação às contemporâneas. Agora, o leitor poderá conferir isso em imagens, um registro fotográfico espetacular do Led em seu auge, material que faz parte do livro Led Zeppelin -Fotografias (Madras Editora).

Isso porque ninguém capturou o romance e a mística do Led Zeppelin em fotos com mais sucesso do que o fotógrafo americano Neal Preston. Sua coleção impressionante de fotografias mostra Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham em pleno voo, tanto no palco como fora dele. Preston fez parte do círculo íntimo do Led Zeppelin.

Câmera sempre pronta, seu acesso sem paralelo ao Zeppelin permitiu que ele documentasse tudo: suas performances majestosas a partir do palco, as viagens em jatos particulares, ensaios com toda a banda e momentos privados antes dos shows em camarins fechados. O resultado é essa coletânea vigorosa de fotos em preto e branco e coloridas, considerada o registro visual definitivo da maior banda de rock dos anos 1970.

fonte: Gazeta Digital

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