Tatiana de Mello Dias

“Um livro indisponível é um pedaço de memória que se perde, uma parte do património que se apaga e uma obra de arte que se esquece de si mesma”. Foi assim que o ministro da Cultura da França, Fréderic Miterrand, justificou o projeto de digitalizar mais de 500 mil livros que estão esgotados.

O plano garantirá acesso às obras e viabilizar a exploração comercial delas. Isso será feito de forma “justa e coletiva” para garantir remuneração aos autores e editores. Os autores só serão beneficiados se não se opuserem à iniciativa.

A ideia do projeto é “dar uma nova vida, através do formato digital, a livros protegidos por direitos do autor do século XX, que atualmente não são vendidos em livrarias”, diz o comunicado do projeto.

Para o projeto serão selecionadas obras da Biblioteca Nacional da França, que conservará uma cópia digital dos livros. As obras ficarão disponíveis no Gallica, a biblioteca digital francesa. O plano é digitalizar as obras em um prazo de cinco anos.

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