Texto de Silvio Guedes Crespo publicado originalmente no Radar Econômico

Livros como o “Dog” (no alto) são vendidos na butique Kitson, onde celebridades como Katy Perry e Heidi Montag (acima) compram roupas (fotos: Kitson/Divulgação)

Editoras nos Estados Unidos estão conseguindo emplacar seus livros em lojas que não têm nada a ver com o mercado editorial, à medida em que as grandes livrarias estão mudando o foco para produtos eletrônicos, relata o “New York Times”.

A Kitson, uma rede de butiques frequentada por celebridades, vendeu no ano passado 10 mil livros, o dobro do ano anterior.

Ao mesmo tempo, editoras veem pouco espaço para crescimento em grandes livrarias. A Barnes & Noble, por exemplo, está reduzindo o espaço para livros e aumentando a presença de leitores de e-books, de jogos eletrônicos e de brinquedos educativos. Outra livraria, a Borders, pediu recuperação judicial contra falência em fevereiro.

Além de lojas de roupas, as editoras tentam emplacar livros em diversos outros tipos de comércios, de alimentação a produtos para pesca.

Não custa lembrar que livros são vendidos fora de livrarias há décadas. A novidade é que agora as lojas não especializadas estão aumentando as vendas de livros, enquanto as livrarias estão reduzindo.

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