Estudantes do Colégio Pedro II cobram da presidente mais investimentos em educação. Foto: Thony Serdoura//Futura PressEstudantes do Colégio Pedro II cobram da presidente mais investimentos em educação
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Luís Bulcão, no Terra
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Estudantes do colégio Pedro II, da rede federal de ensino público, em greve desde agosto, receberam com protesto a presidente Dilma Rousseff na abertura da Bienal do Livro, no Rio de Janeiro. A manifestação atrasou a cerimônia de abertura por mais de uma hora. Os alunos, que faziam um cordão na entrada do portão do Pavilhão Cinco do Rio Centro, pedem que 10% do PIB seja reservado para a educação, além de plano de carreira para professores.

Representantes dos alunos foram recebidos pelo ministro da Educação Fernando Haddad, mas o protesto não acabou. A cerimônia, que além da presidente Dilma e de Haddad, conta com a presença dos ministros Helena Chagas e Ana de Holanda, do prefeito Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral, começou com metade dos assentos reservados à platéia vazios. Isso porque seguranças barraram a entrada dos estudantes, que continuaram gritando em frente à entrada.

Servidores técnico-administrativos das universidades federais, que estão em greve desde junho, também participavam da manifestação. O coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal Fluminense (Sintuff), Pedro Rosa, disse que eles cobram da presidente melhores salários e a contratação, via concurso público, de mais servidores para a área.

Foto: Thony Serdoura/Futura Press

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