Publicado originalmente em O Dia

Autor do livro que originou o longa ‘E Se Fosse Verdade’ se apresenta sábado

 Rio – Romancista francês que mais vende em seu país e no mundo, superando a marca dos 23 milhões de exemplares, Marc Levy é uma das atrações da Bienal do Livro. Ele participa, sábado, às 15h30, da mesa ‘Da Letra à Tela’, ao lado do também best-seller Scott Turow (do livro ‘Acima de Qualquer Suspeita’, que virou filme).

Levy viu seu primeiro romance, ‘E Se Fosse Verdade…’, de 2000, ganhar versão para o cinema produzida por Steven Spielberg, com direção de Mark S. Waters, com Mark Ruffalo e Reese Witherspoon nos papéis principais. “É bem diferente do livro, mas é uma comédia romântica muito bonita”, analisa o autor.

Ele jura que o sucesso não sobe à cabeça. “É uma coisa boa, mas não é nenhuma glória. Não fico pensando nisso o tempo todo. Mas claro que fico feliz por ser traduzido em 43 idiomas, ser convidado para a Bienal do Livro no Rio…”.

Essa é a segunda vez de Levy por aqui — ele participou da Bienal de 2005, mas diz não conhecer a literatura brasileira. “Só Paulo Coelho, que conheço pessoalmente”, conta. Além do sucesso de vendas, os dois têm em comum o fato de serem alvo de críticas. “Prefiro ter muitos leitores a vender pouco e ser elogiado por uns alguns críticos”, diz Levy.

Ele também esteve em evidência na última campanha para a presidência da França, em 2007, quando foi apontado como ‘affair’ da então mulher do então candidato Nicolas Sarkozy, Cécilia. “Foi desagradável para a minha família. Eu nem a conhecia”, garante Levy.

O oitavo romance dele, ‘Tudo Aquilo que Nunca Foi Dito’ (ed. Suma de Letras, 244 págs., R$ 29,90), sai agora por aqui. No livro, um homem morre e volta em forma de androide para reparar os erros na relação difícil com a filha.

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