Matéria da EFE publicada na Folha

Mais de 450 páginas duplas, cerca de 3.000 imagens e muitos textos explicativos formam o “The Art Museum”, uma espécie de museu dos museus criado pela editora Phaidon, a qual destacam as principais obras da história da arte em um único livro.

O ponto de partida deste projeto, que se estendeu durante oito anos e contou com a colaboração de 65 profissionais, foi encontrar um modelo de “museu ideal”, capaz de para comportar grandes obras, movimentos artísticos e atividades relacionadas com a arte. A ideia era traçar um paralelo da história da arte em relação com a história da civilização humana.

Este museu imaginário, criado e editado pela Phaidon, abriga a melhor coleção de arte já vista. Sem restrições de espaço físico, suas “salas” exibem aproximadamente 3.000 pinturas, esculturas, fotografias, tapeçarias, obra sobre papel e madeira, telas, cerâmicas e manuscritos, todos capazes de narrar a história da arte mundial.

Para facilitar a compreensão do público, essa história é estruturada em 25 galerias que percorrem, entre outros, períodos como a pré-história, o antigo Egito, o Renascimento, o Barroco, isso até chegar à arte do século 20.

As galerias reunidas formam um total de 425 “salas”, nas quais o leitor pode contemplar obras-primas reconhecidas internacionalmente junto de outras menos conhecidas. Porém, todas foram selecionadas em mais de 620 instituições, contanto coleções privadas e públicas ao redor do mundo.

A leitura de “The Art Museum” permite que o leitor visite e explore uma grande exposição permanente, talvez a única capaz de reunir no mesmo espaço obras como: “Mona Lisa”, de Leonardo Da Vinci; uma coleção dos melhores autorretratos de Rembrandt; “As Meninas”, de Velázquez, e “Guernica”, de Pablo Picasso.

Neste grande museu, o leitor também pode encontrar as cerâmicas da China, gravuras de Hokusai, objetos do Peru antigo, pinturas rupestres da caverna de Lascaux, as esculturas de Richard Serra e as pinturas de Cy Twombly, que, por sinal, finaliza este intenso percurso pela história da arte.

Além dos percursos históricos, o “The Art Museum” também abre espaço para pequenas exposições temporárias, como a que é dedicada às mulheres de Picasso. Através de nove pinturas, essa exposição especifica esmiúça o amor de Picasso por suas musas.

Cada uma das galerias do livro é diferenciada por uma cor determinada e por salas (uma página dupla), as quais são formadas por textos sobre o movimento ou sobre o tema que esta sendo explorado, assim como uma ficha explicativa de cada obra.

O livro “The Art Museum” também será publicado em francês, italiano, alemão e espanhol.

A obra terá uma vigência de 15 e 20 anos e, por isso, deverá ser reeditada anualmente pela editora Phaidon.

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