Publicado por Folha.com

Gustavo Abdala está no ensino médio e já quer ser empresário / Christian Tragni/Folhapress

RESUMO: Gustavo Abdala, 15, é aluno do primeiro ano do ensino médio de um colégio particular da Grande São Paulo. Futuro jornalista ou profissional de letras, o estudante quer abrir uma livraria com sua mãe depois da faculdade.

“Quando o assunto é a minha carreira, penso logo em fazer faculdade de jornalismo ou letras. Gosto muito de escrever e ler. Tenho muita vontade de trabalhar em uma grande editora. O meu sonho, contudo, é abrir uma livraria com a minha mãe, que é advogada.

Durante as aulas de empreendedorismo da escola, cheguei à conclusão de que poderia ter um negócio. Converso muito com a minha mãe sobre fluxo de caixa, lucro e planejamento estratégico. Aproveito para discutir tudo o que vejo nas aulas do colégio.

Ela, como eu, gosta muito de livros. Juntos, pensamos até em abrir uma livraria com um pequeno café dentro. Algo bem aconchegante em um shopping ou em uma avenida bastante movimentada.

Todo esquema já está bastante claro na nossa cabeça. O único problema está em gerir as finanças da empresa porque eu odeio matemática. É algo que ainda preciso amadurecer.
Sei que, se não cuidar do dinheiro da livraria direito, ela pode ir à falência.

ACORDO FAMILIAR

Fiz até um planejamento pessoal. Quero juntar todo dinheiro que receber para abrir a empresa. Também penso em escrever livros e, quem sabe, chegar ao ranking dos best-sellers. Imagina ter o meu trabalho na minha livraria?

Apesar de pensar em abrir o meu negócio, quero estagiar em grandes empresas primeiro para adquirir experiência. Acho importante ter vivência corporativa para ser um bom empresário.

Mas, enquanto estou no colégio e tenho três anos pela frente até entrar na faculdade, ajudo a minha mãe a administrar o escritório de advocacia dela. É vivendo que se aprende, certo?”

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