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Valmir Moratelli, no Último Segundo

Imagine a cena: Luis Fernando Verissimo, conhecido por sua timidez peculiar, é chamado de Paulo Coelho, outro famoso escritor brasileiro, enquanto caminha pelas ruas do centro histórico de Paraty. Pois é assim, entre tropeços não apenas nas ruas de pedra, que vive a Flip.

Verissimo fingiu que não ouviu quando um anônimo se aproximou para tentar fazer sua foto. “Corre, vamos lá que o Paulo Coelho está ali na frente”, disse um rapaz para sua amiga. Ele fez a foto de Veríssimo achando que se tratava de outro escritor. Paulo não está nesta edição da Flip.

Antonio Cícero e Silviano Santiago, que apresentaram a mesa de abertura na noite de quarta-feira (4), também provocavam confusão em alguns presentes. “O carequinha é o Antonio, certo?”, perguntava uma senhora se esforçando para acertar quem falava o quê.

Zuenir Ventura já contou algumas vezes, mas não cansa de repetir. Na primeira vez que esteve na Flip, há dez anos, um grupo de jovens lhe pediu autógrafos assim que ele desceu do veículo. Ficou todo feliz. Até que um deles lhe agradeceu: “Obrigado, Saramago”.

dica do João Marcos

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