Best-seller foi descrito pelo ‘New York Times’ como ‘pornô para mamães’.
‘Achamos que seria algo gentil a se fazer’, diz proprietário do local.

Publicado no G1

Capa de 'Fifty shades of grey' (Foto: Reprodução)

Capa de ‘Fifty shades of grey’ (Foto: Reprodução)

O hotel Damson Dene, no Reino Unido, decidiu substituir a Bíblia em 40 de seus quartos pelo livro erótico “Fifty shades of grey”, que será publicado em breve no Brasil com o título “Cinquenta tons de cinza”.

“Já que todos estão lendo ‘Fifty shades of grey’, achamos que seria algo gentil a se fazer ao disponibilizar esse livro para nossos hóspedes, especialmente caso alguns deles estivessem um pouco tímidos para comprá-lo por conta de sua reputação”, disse Jonathan Denby, proprietário do local, ao NBC News.

O best-seller de E.L. James, primeiro volume de uma trilogia, é resumido no material oficial como “erótico, divertido e profundamente comovente”. A história centra-se nos personagens Anastasia Steele e Christian Grey, uma estudante e um executivo que firmam um acordo pouco comum: ele pede à garota que assine uma espécie de contrato, no qual ela concorda em desempenhar o papel de “submissa” numa série de “atividades eróticas”.

A decisão do hotel causou polêmica. Um padre da Igreja St. Mary em Crosthwaite, onde fica o local, demonstrou a um jornal local seu descontentamento. “É muito triste saber que as Bíblias foram removidas dos quartos e é muito impróprio terem sido substituídas por um romance explicitamente erótico”, afirmou o reverendo Michael Woodcock.

Mas, segundo Denby, as Bíblias ainda estão disponíveis no hotel para os hóspedes que desejarem lê-las. “Não estamos nos desfazendo dos livros. Se as pessoas os quiserem emprestados, elas são muito bem-vindas para fazê-lo”.

 

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