Livro interativo de poesia infantil do Olavo Bilac é um dos destaques da 22º Bienal Internacional do Livro, em São Paulo (9/8/2012)

Livro interativo de poesia infantil do Olavo Bilac é um dos destaques da 22º Bienal Internacional do Livro, em São Paulo (9/8/2012)

Publicado originalmente na UOL.com

Nos primeiros passos dentro da 22ª edição da Bienal do Livro, que começa nesta quinta (9), já se percebe um choque claro entre dois mundos. De um lado, temos ícones tradicionais da literatura, como Ziraldo (que está em sua 16ª Bienal) e o homenageado Jorge Amado, que completaria 100 anos nesta sexta (10).

De outro, o visitante parece estar em uma feira de computação do Vale do Silício, encontrando livros interativos com som e animação que podem ser lidos sem encostar na tela, ou aplicativos de realidade aumentada que trazem imagens para fora dos livros de papel.

“Eu estou gostando. Acho que é importante sempre buscar o novo”, disse a professora Maria de Fátima dos Santos. “E nessa Bienal percebemos que tem mesmo muita coisa diferente.

Nem todos estão muito impressionados com as novas tecnologias, no entanto. “O livro é o objeto mais perfeito da história da humanidade”, defendeu Ziraldo ao UOL. “Você carrega a história em suas mãos, sente o cheiro do papel, o tempo que você vira uma página é um tempo que percorre na história. O livro contém vida e isso não pode ser substituído por algo frio e digital”.

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