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Iona Teixeira Stevens, no PublishNews

Se no exterior o self-publishing serve muitas vezes de trampolim para o sucesso editorial, no Brasil, até pouco tempo, autores que lançavam seus livros de forma independente eram relativamente escassos. Mas o cenário está mudando, com o consumo de e-books crescendo exponencialmente e com a perspectiva da chegada dos players internacionais e suas plataformas que viabilizam o self-publishing, o mercado editorial brasileiro começa a criar o seu próprio espaço de autopublicação. A FDigital, por exemplo, já nasceu internacional, com dono brasileiro e sede na Inglaterra. Oferece serviços de tradução, distribuição nacional e internacional e atrai tanto autores brasileiros que buscam respaldo no exterior quanto autores estrangeiros que gostariam de ver seus livros publicados em outros países.

Outra plataforma, que esteve presente inclusive na Bienal de São Paulo, é a Perse, que busca ser uma ferramenta para autores independentes e propõe um modelo onde os autores escolhem os preços dos livros e quanto desejam receber de royalties. A livraria digital Buqui, um pouco mais veterana, também possui seu espaço para a autopublicação.

Alguns modelos alternativos de vendas de livros já provaram dar bons resultados, e o gasto do brasileiro com aparelhos portáteis e conectados vai de vento em popa. O que falta para o Brasil disparar na produção de livros autopublicados? Leitores desses títulos ou autores independentes?

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