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A capa internacional de ‘The Casual Vacancy’


Publicado originalmente no Último Segundo

Ambientado em um vilarejo imaginário e cheio de intrigas políticas, muito longe do mundo mágico de Harry Potter, o primeiro romance adulto de J.K. Rowling começa a ser vendido na quinta-feira (dia 27) no Reino Unido, com um sucesso comercial garantido pela demanda popular.

A escritora britânica, que já vendeu mais de 450 milhões de cópias da saga do menino bruxo, cujo último volume foi lançado em 2007, pode contar com seus fãs leais quando “The Casul Vacancy” (A vaga acidental) chegar às livrarias.

Os pedidos antecipados ultrapassam um milhão de cópias e os livreiros britânicos esperam que a ficção se torne a mais vendida do ano.

Ambientado em um vilarejo imaginário e cheio de intrigas políticas, muito longe do mundo mágico de Harry Potter, o primeiro romance adulto de J.K. Rowling começa a ser vendido na quinta-feira (dia 27) no Reino Unido, com um sucesso comercial garantido pela demanda popular.

A escritora britânica, que já vendeu mais de 450 milhões de cópias da saga do menino bruxo, cujo último volume foi lançado em 2007, pode contar com seus fãs leais quando “The Casul Vacancy” (A vaga acidental) chegar às livrarias.

Os pedidos antecipados ultrapassam um milhão de cópias e os livreiros britânicos esperam que a ficção se torne a mais vendida do ano.

A nova editora de Rowling, a Little, Brown, divulgou alguns detalhes do texto, e outros foram comentados pelo seleto grupo de jornalistas que teve acesso ao livro, sob uma segurança semelhante ao do auge da Pottermania.

O romance, que transcorre em Pagford, uma cidade aparentemente idílica no sudoeste da Inglaterra, começa com a morte de um vereador local. Isso faz com que uma parte dos moradores comece a planejar um esquema para encontrar um substituto que simpatize com a sua causa: libertar a classe média da convivência com um sórdido conjunto habitacional.

“Nossa sociedade é extremamente esnobe e esse é um bom filão. A classe média é muito engraçada”, disse JK Rowling ao Guardian.

O livro, que aborda questões como a dependência de heroína, prostituição, família monoparental e o desejo adolescente, é uma mudança radical em relação aos seus sete romances de fantasia sobre os bruxos adolescente que enfrentam o malvado Voldemort. “Há algumas coisas que não estão na literatura de fantasia”, explicou à revista New Yorker. “Não há sexo entre unicórnios. É uma regra estrita. É de mau gosto.”

Mãe de três filhos, hoje J.K. Rowling é uma loira glamourosa com mansões em Edimburgo e Londres. Sua fortuna é estimada em 560 milhões de libras (R$ 1,8 bilhão), de acordo com o jornal Sunday Times, graças aos oito filmes, parques temáticos, brinquedos e videogames inspirados pela saga.

Mas no início dos anos 1990, quando escreveu seu primeiro romance de Harry Potter em cafés de Edimburgo, Rowling era uma mãe solteira, que lutava com a depressão e sobrevivia graças a subvenções públicas com sua filha, fruto de um casamento desastroso com um jornalista português.

Essa experiência foi uma das inspirações para “The Casual Vacancy”, assim como ter passado a sua juventude em uma cidade como Pagford. “Lembrei-me claramente do que é ser uma adolescente, e não foi um momento particularmente feliz da minha vida”, contou ao The Guardian. Sua mãe foi diagnosticada com esclerose múltipla quando ela tinha 15 anos, e sempre teve uma relação difícil com seu pai.

A escritora trabalha agora em dois outros livros para crianças. O que fará em seguida dependerá do seu modo de transporte, já que Harry Potter nasceu em um trem e “The Casual Vacancy” em um avião. “Obviamente, eu tenho que estar em algum tipo de veículo para ter uma ideia decente”,

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