'Estações de Leitura' já estão disponíveis em diversos locais da capital e do interior e integram o programa 'Mania de Ler' (Foto: Carla Lima/Press Comunicação)
‘Estações de Leitura’ já estão disponíveis em diversos locais da capital e do interior e integram o programa ‘Mania de Ler’ (Foto: Carla Lima/Press Comunicação)

Projeto proporciona ler e conhecer clássicos da literatura nacional e mundial.

Publicado no G1

O Aeroporto Eduardo Gomes, a Feira do Produtor do Santo Antônio, o CAIC Moura Tapajós, a Penitenciária Feminina de Manaus e shoppings da cidade são os novos endereços onde será possível encontrar, ler e conhecer clássicos da literatura nacional e mundial nas ‘Estações de Leitura’, unidades móveis de estantes com livros já disponíveis em diversos locais da capital e do interior do Amazonas que integram o programa de incentivo à leitura ‘Mania de Ler’ da Secretaria de Estado da Cultura do Amazonas (SEC-AM).

Com as 27 novas unidades entregues nesta quarta-feira (12) pela secretaria, em um total de 2.970 livros, o projeto encerra o ano com 63 caixas e 6.930 livros em todo o Estado. “Este é um exemplo da política estadual de democratização da cultura, do conhecimento e do saber para o maior número de pessoas em quaisquer lugares que estejam”, afirmou o titular da pasta, Robério Braga.

Com seis unidades atendidas pelo projeto, todas destinadas ao atendimento de adolescentes que cumprem medidas socioeducativas ou de mulheres que tiveram os direitos violados, a titular da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Seas), Regina Fernandes, celebrou a iniciativa por incluir, entre os beneficiados, parcelas da sociedade esquecidas por projetos de inclusão e difusão de cultura e educacional. “Tenho certeza de que os efeitos positivos serão imediatos e indispensáveis na ressocialização destas pessoas”, explicou.

Além das ‘Estações de Leitura’, agora disponível na Cadeia Feminina de Manaus (com 110 livros), nove unidades da Sejus como as cadeias Raimundo Vidal Pessoa e as unidades prisionais Antônio Trindade, Anísio Jobim e Puraquequara receberam ampliação e atualização de seus acervos com 300 livros cada uma.

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