Gustavo Magnani, no Literatortura

1Como fez bem a Disney ao divulgar o seu curta metragem que vai nos extras de Detona Ralph!. Não apenas porque acho que seja uma boa jogada de marketing para “fortalecer” o curta no gosto popular, mas, como faz bem a Disney sendo Disney, ou sendo Pixar, já não sei mais quem é quem e qual é qual.

Num mundaréu de talentos, a Disney sabe integrar grandes ao seu trabalho, possibilitando diversas obras memoráveis – curtas e longas metragens. Paperman é tão sutil e mágico que o seu único defeito é ser curto demais. Os dois protagonistas se diferem tanto do resto dos outros humanos que a arte me soa impecável. A falta de fala é comum em curtas metragens, pois, pelo tamanho, dificilmente chega a ser cansativo – por exemplo, Wall-e demora mais de 10 minutos para ter a primeira fala – e, mais uma vez, é um recurso que cai com excelência na produção.

Para quem já viu: tinha certeza absoluta que o aviãozinho que nela chegaria seria o do beijo, mas, não. Os roteiristas optaram por um caminho inusitado, levando-o para um beco de outros aviões, para, então, criar o “paperman”.

A trama acompanha um jovem solitário que conhece uma bela garota durante uma manhã enquanto espera o trem para o trabalho.

John Kahrs e Kristina Reed dirigiram o curta em animação tradicional, exibido nos cinemas antes de Detona Ralph e fará parte dos extras da edição em DVD; Blu-ray do filme (que será lançada em 5 de março nos EUA).

A cerimônia de entrega do Oscara contecerá em 24 de fevereiro, com apresentação de Seth MacFarlane. [retirado de omelete]

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