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Cristiane Menezes, no Quadros, Retratos & Leituras

Ler é fundamental. Um, dois, três livros por mês, faz bem à mente. Mas é importante saber o que se lê e quem se lê. Sou contra ao dizer que a leitura de qualquer coisa seja útil. De que vale ler por ler? Há muitas futilidades nos livros atuais. Quando escrevi o post “Qual a sua geração?” indaguei sobre isto. É preciso ler algo que contribua no desenvolvimento e formação do ser humano.

Muitos jovens desconhecem, por exemplo, obras belíssimas como as de Clarice Lispector, escritora e jornalista ucraniana, mãe e mulher, naturalizada brasileira, que morou em Recife, capital de Pernambuco, onde começou a escrever logo que aprendeu a ler. E numa de suas obras Felicidade Clandestina fala de sua real paixão pela leitura.

“…Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai.” Leia mais aqui do Conto real Felicidade Clandestina: http://migre.me/dBHdL

Entretanto, são fanáticos pela O Diário da Princesa, a mais bem-sucedida série da escritora americana Meg Cabot, com mais de 15 milhões de exemplares vendidos, ganhou adaptação para os cinemas pelos Estúdios Disney.

Liberdade de escolha, sim! Também já falei sobre no post “O que dizer?”. Mas é preciso atenção aos conteúdos e escritores. Nem tudo que se lê é verdade, faz bem.

A colega e professora Ana Paula Dmetriv já citada aqui no post anterior, fez um comentário no Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba/PR, que trazia a matéria Juventude Desperdiçada, lembrando outro ponto. Segundo a mesma o incentivo à leitura deve começar cedo e os pais não podem deixar essa tarefa restrita ao âmbito escolar. “A leitura não pode ser apresentada à criança como uma obrigação, mas como fonte de prazer, diversão e novas descobertas. Leia para seu filho, leve-o à biblioteca, à livraria… Enfim, dê o exemplo!” completa Ana.

Aqui no blog além das telas abaixo, você ainda pode encontrar “Maneiras de Ler Livros e Jornais” e se quiser dizer: Qual a sua preferida? Qual último livro leu? O que ficou de bom? Comente aqui!

A tela em moldura se chama Leitura e pertence ao artista plástico brasileiro José Ferraz de Almeida Júnior (1850-1899) que ficou famoso por suas pinturas realistas de caipiras.

Linda Apple artista plástica americana.

Tatyana Deriy nasceu em Moscou, Rússia, em 1973. Sempre demonstrou preferência pelo retrato e composições de interiores. É membro da Federação Internacional de Artistas e da União de Artistas de Moscou.

Louise Amélie Landré foi uma artista plástica francesa (1852-1906). Estudou no ateliê de Chaplin, depois com Barias e finalmente completou seus estudos em pintura com Hubert. Sua carreira se iniciou no Salão de 1876. Em 1885, foi nomeada como associada aos artistas franceses.

Auguste Toulmouche (1829-1890) foi um pintor francês.

Artista plástico contemporâneo, espanhol, Manuel Vacas.

Guy Ben-Ari é um artista contemporâneo, nascido em 1984, em Israel, mas que mora e trabalha em Nova York , Estados Unidos.

Jenny Armitage é uma artista americana na casa dos 50 anos, obsecada pela pintura, principalmente aquarelas.

John Gannam (1907-1965) assina Gone Gal foi um pintor e ilustrador americano.

Elaine G. Coffee artista plástica contemporânea, nascida em New Jersey, Estados Unidos.

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