Gilberto Dimenstein, na Folha de S.Paulo

Imagine cada estudante, apenas munido de um celular, conseguir transformar a cidade numa grande sala de aula _e, assim, derrubar os muros das escolas.

Pelo celular, os alunos poderiam ver o que a cidade oferece de educativo nas mais variadas áreas de aprendizado: gastronomia, esportes, empreendedorismo, saúde, cultura.

E, junto com o celular, as melhores aulas disponíveis pela internet, fazendo uma ponte entre o que o estudante vivencia nas ruas (museus, teatros, cinemas, espaços culturais, parques).

Essa é a experiência, juntando virtual e presencial, rua e escola, que embala o projeto, a ser lançado na próxima semana, pelo movimento Todos Pela Educação, em parceria com entidades como Unicef, entidades não-governamentais, fundações empresariais, entidades representativas de secretários estaduais e municipais da educação, além do Ministério da Educação.

A experiência começa numa mais vistosas vitrines brasileiras: as 12 cidades que vão sediar a Copa.

O que já sabemos que a educação é um desafio complexo demais para ficar apenas nas mãos das escolas.

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