Publicado na BBC Brasil

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Livros descartados da antiga biblioteca central de Birmingham, na Inglaterra, ganharam vida nova ao serem retrabalhados por artistas; os resultados foram expostoss na Nova Biblioteca de Birmingham. Acima, a artista Clare Whistler recebeu o livro ‘A Flor da Mente’, da poeta Alice Meynell e criou este arranjo de flores em fios de ouro. (Obra de Clare Whistler/ Foto: David Knight)

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Kyra Clegg transformou o livro de 1829, de William Cobbett, uma gramática do idioma francês, em um ‘relato imaginário’ da viagem de Cobbett pela França durante a revolução, incluindo cartas, cartões-postais, desenhos e fotos. (Obra de Kyra Clegg)

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O ilustrador Oliver Flude acrescentou desenhos que contam histórias fantásticas em um livro do século 19 que explica o significado de nomes e títulos. (Obra de Oliver Flude)

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A artista Kristine Steele retrabalhou o livro escolar de 1939, que explicava como fazer maquetes. A versão da artista reflete a data da publicação e o fato de que a escola onde o autor trabalhava ficava próxima de uma fabrica do famoso avião Spitfire, na Inglaterra.(Obra de Kristina Steele/ Fotos: David Knight)

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Stephen Livingstone trabalhou em um livro francês chamado ‘Milagres de Notre Dame’, que mostra ilustrações de milagres. Inspirado pela imagem de mata-burros em uma das figuras e pelas histórias mais recentes do ‘milagre’ de ovelhas passando por cima destes mata-burros, ele desmontou o livro e substituiu as imagens com as fotos que fez de mata-burros, para formar um novo livro em formato de sanfona. (obra de Stephen Livingstone)

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A artista Freya Pocklington recebeu uma edição de 1924 de ‘O Homem que Morreu Duas Vezes’, de Edwin Arlington Robinson, que ganhou o prêmio Pulitzer em poesia, em 1925. A exposição fica em cartaz até o dia 24 de novembro, em Birmingham. (Obra de Freya Pocklington/Fotos: Kayleigh Bestwick).

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