Raquel Cozer, na Folha de S.Paulo

Foi o próprio Freud quem abriu as porteiras de sua intimidade, ao incluir memórias pessoais em “A Interpretação dos Sonhos” (1900), livro fundador da psicanálise.

Talvez não imaginasse que depois ninguém seguraria a torrente de elucubrações em torno de sua vida.

Passado um século, vivências que Sigmund Freud (1856-1939) preferiu não deixar registradas em livro dão origens a obras de ficção dos estilos mais variados, lançadas recentemente no Brasil.

Por coincidência, chegam às livrarias de uma vez os romances “A Amante de Freud” (Casa da Palavra), das americanas Karen Mack e Jennifer Kaufman, e “A Irmã de Freud” (Bertrand Brasil), do macedônio Goce Smilevski, e a HQ “As Traumáticas Aventuras do Filho de Freud” (Zás), do carioca Pacha Urbano.

Fora a HQ, uma visão bem-humorada de ideias do pai da psicanálise, os lançamentos revolvem questões delicadas de sua biografia: as irmãs que deixou na Viena ocupada por nazistas ao fugir para Londres e o provável caso que teve com a irmã de sua mulher.

Ainda em comum, os romances são protagonizados por personagens sobre os quais a história deixou poucas pistas, abrindo margem para recriações ficcionais.

Psicanálise em quadrinhos

Tira de "As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud" (Zás), de Pacha Urbano

Tira de “As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud” (Zás), de Pacha Urbano

Tira de "As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud" (Zás), de Pacha Urbano

Tira de “As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud” (Zás), de Pacha Urbano

Tira de "As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud" (Zás), de Pacha Urbano

Tira de “As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud” (Zás), de Pacha Urbano

Tira de "As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud" (Zás), de Pacha Urbano

Tira de “As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud” (Zás), de Pacha Urbano

Tira de "As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud" (Zás), de Pacha Urbano

Tira de “As Traumáticas Aventuras do Filho do Freud” (Zás), de Pacha Urbano

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