Inauguração da sala Futura no Museu da Língua Portuguesa Marcos Alves / Agência O Globo

Inauguração da sala Futura no Museu da Língua Portuguesa Marcos Alves / Agência O Globo

Midioteca da emissora ocupa espaço no térreo do Museu da Língua Portuguesa, em SP

Marcia Abos em O Globo

SÃO PAULO – A primeira Sala Futura a ocupar um museu foi inaugurada ontem em São Paulo, no Museu da Língua Portuguesa. Trata-se do 12º espaço do gênero no Brasil, com o objetivo de levar a comunidades o conteúdo do canal de televisão da Fundação Roberto Marinho. A midioteca ocupa uma sala no térreo do museu, na qual está à disposição de visitantes material audiovisual relacionado à língua portuguesa, à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e do uso de drogas, à inclusão social e moradia. São temas com potencial de dialogar com a população do entorno do museu, localizado na região da Luz, e com a própria instituição.

— Compartilhamos custos e equipes para aumentar o serviço prestado pelo museu. Não só para os visitantes, mas para atrair a população do entorno e desenvolver atividades que sejam do interesse das ONGs ou dos grupos da vizinhança. Não vamos falar como vai ser. Vamos nos adaptar às demandas — explicou Nelson Savioli, superintendente executivo da Fundação Roberto Marinho.

A parceria também deve gerar frutos para a programação do canal de TV. O primeiro deles será um programa sobre os desvios no uso da norma culta da Língua Portuguesa.

— Nossos projetos acabam voltando para a TV, porque envolvemos os visitantes na produção de conteúdo — disse Lúcia Araújo, diretora do Canal Futura.

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