Emanuelle Najjar, no Cabine Literária

De acordo com a Folha de São Paulo, os efeitos do sucesso do filme “12 anos de Escravidão” estão alavancando as projeções de vendas do livro homônimo.

Em menos de um mês, as duas editoras que publicaram as memórias de Solomon Northup, distribuíram suas tiragens iniciais e já solicitaram a impressão de novas cópias. Companhia das Letras, com 15 mil livros e Seoman, com 10 mil cópias das respectivas tiragens iniciais, mandaram imprimir mais 5 mil exemplares cada um.

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O sucesso é atribuído ao desempenho do longa na última premiação do Oscar, na qual “12 anos de Escravidão” faturou três estatuetas por melhor filme, atriz coadjuvante (Lupita Nyong’o) e roteiro adaptado (John Ridley).

Livro e filme contam a história real de Solomon Northup, nascido livre em Nova York e que, em 1841 foi atraído para Washington D.C com uma promessa de emprego. Lá foi drogado, espancado e vendido como escravo, passando os doze anos seguintes em cativeiro, trabalhando em uma plantação de algodão em Louisiana. Após o resgate dedicou-se a escrever suas memórias, que obteve sucesso quase imediato com o registro detalhado de seu período como cativo.

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