Semana cheia de novidades, inclusive com três livros sobre a Ditadura

Cassia Carrenho, no PublishNews

Dizem que brasileiro esquece rápido da própria história, principalmente quando o assunto é Ditadura. Demorou, mas apareceram na lista três títulos sobre o assunto ou pelo menos sobre a época: Ditadura à brasileira (LeYa), Almanaque 1964 (Companhia das Letras) e 1964 na visão do ministro do trabalho de João Goulart (Imesp).

Desde o começo de abril a lista começou a receber muitos lançamentos, mas, por enquanto, nada que abale os primeiros colocados. A culpa das estrelas (Intrínseca) continua firme e forte em primeiro lugar na lista geral dos mais vendidos. Destrua esse diário (Intrínseca) vendeu 40% a mais do que na semana anterior e também manteve o segundo lugar com 9.386 exemplares. O destaque foi Foco (Objetiva) que pulou da vigésima posição para o quarto lugar na lista geral, e foi para a vice liderança da lista de autoajuda.

Outra que merece menção é a editora Gente que, apesar de ocupar a oitava posição no ranking de editoras, colocou dois livros na lista geral: Transformando grama em ouro e O que falta para você ser feliz, lançamento.

Outras novidades na lista, algumas com promessa de “veio para ficar”, foram: ficção, Entre o agora e sempre (Sumas das Letras); não ficção, novo livro de Lya Luft, O tempo é um rio que corre (Record); infantojuvenil, Peppa e os ovos de Páscoa (Salamandra); autoajuda, Você pode falar com Deus (Sextante) e negócios, 1501 maneiras de premiar seus colaboradores (Sextante).

No ranking das editoras a Santillana passou a Record e ocupou a terceira colocação. O ranking ficou Sextante, 15, Intrínseca, 12, Santillana, 10 e Record, 8.

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