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Com o lançamento do documentário sobre Lady Gaga, “Five Foot Two”, reunimos outros títulos que contam a vida de personalidades incríveis

Bruna Sabarense, no Metrópoles

Gaga: Five Foot Two
O documentário sobre a vida da cantora Lady Gaga foi lançado na última sexta-feira (22/9), na plataforma Netflix. E conquistou fãs ao retratar a busca da artista em se apresentar ao mundo como uma mulher de 30 anos. O título é uma brincadeira com a altura da americana. Ela mede 5’22 pés, o equivalente a 1,57m. O filme mostra os passos da cantora, nascida Stefani Joanne Germanotta, entre a gravação do seu mais recente álbum, Joanne (2016), e a apresentação no Super Bowl 2017.

Chris Moukarbel, diretor da produção, aborda assuntos polêmicos, como depressão, drogas, rixa com a cantora Madonna, traumas e a doença que fez a celebridade cancelar sua participação no Rock in Rio. “Senti orgulho, tristeza, empoderamento, vulnerabilidade. Mas o que mais me conquistou foi a autenticidade do filme, da maneira que Chris, o diretor, escolheu mostrar meus piores momentos e meus pontos mais altos”, disse a cantora em seu Instagram.

Joan Didion: Center Will Not Hold
Logo depois de anunciar o documentário de Gaga, foi a vez da Netflix divulgar o lançamento de mais uma obra super esperada: um título sobre a vida da jornalista, roteirista e escritora Joan Didion. Ok, ainda não foi lançado, mas falta pouco – dia 27 de outubro. Didion ficou conhecida pelas obras The White Album (1979) e Slouching Toward (1968), vistas como grandes análises da cultura norte-americana. O documentário reúne entrevistas com Didion e o ator Griffin Dunne, além de revelações surpreendentes sobre os seus 50 anos de profissão.

“Vou fazê-lo porque, por incrível que pareça, ninguém, até hoje, fez um documentário sobre Joan Didion – e isso é um mistério!”, conta no trailer Griffin Dunne, sobrinho de Joan que se incumbiu de produzir, ao lado de Susanne Rostock, o primeiro filme sobre sua tia. “Ela provavelmente é a mais influente escritora americana viva hoje”.

What Happened – Hillary Rodham Clinton
Achou que está faltando uma interrogação no título do livro escrito por Hillary Clinton – batizado de “O que aconteceu”? Pois bem, não falta. É uma explicação do que deu errado, em 2016, quando a candidata perdeu a disputa presidenciável para Donald Trump. Na obra, Hillary não esconde o desprezo que sente pelo presidente americano – principalmente pelo seu machismo. Ela reconhece que Trump quebrou todas as regras durante a campanha e confessa que não superou a derrota nas eleições.

Clinton lamenta ter desiludido milhões de pessoas e garante que se as eleições fossem hoje agiria de forma diferente. Hillary também admite que escrever o livro não foi fácil e comenta os motivos que, acredita, a levaram a perder, principalmente pela suposta interferência russa.

Rita Lee — Uma Autobiografia
O livro ficou na seção best-sellers um bom tempo – mais de 200 mil cópias vendidas. Prestes a fazer 70 anos, a cantora soltou o verbo e contou tudo na autobiografia mais divertida, sincera e envolvente dos últimos tempos. A Rainha do Rock Nacional, como é conhecida, relembra os tempos de Mutantes e fala sobre episódios difíceis, como a prisão em 1976 e quando foi estuprada com uma chave de fenda na infância.

Revelações inusitadas não ficaram de fora do livro. Por exemplo, como nos anos 1970, “num daqueles momentos droguísticos”, foi resgatada por Hebe Camargo no meio da rua. Teve também uma vez que ela roubou as jiboias do astro do rock Alice Cooper, durante apresentação dele no Brasil, em 1974. A obra foi toda pensada pela própria autora: seleção e sequência das fotografias, legendas, capa e contracapa.

Quelé, a Voz da Cor — Biografia de Clementina de Jesus
Em 2017, completam-se 30 anos desde a morte da cantora Clementina de Jesus. Entre as homenagens estão uma biografia, um filme, uma peça de teatro, um DVD e o relançamento da discografia. O livro foi escrito a oito mãos por jovens jornalistas, três deles nascidos depois da morte da artista.

A publicação aborda a vida e a carreira da cantora de voz e interpretações singulares, nascida em 1901, neta de escravos e intérprete revelada só na velhice. Empregada doméstica, ela só ficou famosa após os 60 anos. Clementina de Jesus ajudou a popularizar no Brasil a cultura africana e o samba em plena na década de 1960, época em que as rádios estavam tomadas por canções da Jovem Guarda e da Bossa Nova.

Hebe – A biografia
Hebe Camargo é um dos grandes nomes da história da televisão brasileira. A estrela, que começou sua carreira cantando no rádio, foi convidada para a primeira transmissão ao vivo da televisão brasileira e nela ficou até sua última gravação, em 2012, sendo conhecida por sua irreverência e autenticidade.

Nesta biografia, o jornalista Artur Xexéo se dedica a contar toda a trajetória da apresentadora que marcou a história do rádio e da televisão no Brasil. Com depoimentos de artistas que acompanharam de perto a carreira de Hebe e relatos dos familiares, este livro vai encantar tanto aos fãs dessa mulher que deixou sua marca na TV brasileira e os aficionados pela história da televisão e do rádio.

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