Reese Witherspoon e Storm Reid em cena do filme ‘Uma dobra no tempo’ (Foto: Divulgação)

Longa de Ava Duvernay com Oprah Winfrey, Reese Witherspoon e Chris Pine estreia nesta sexta-feira (9) nos EUA. Livro infantil que o inspirou retrata empoderamento da mulher negra.

Publicado no G1

Um mês depois que “Pantera Negra” enalteceu a cultura negra por meio de um filme de super-herói, “Uma dobra no tempo” quer fazer o mesmo através de um amado livro infantil norte-americano.

Dirigido pela cineasta negra Ava DuVernay (“Selma: Uma luta pela igualdade”), o filme da Disney transforma a história de ficção científica sobre a angústia e a imaginação da adolescência, publicada em 1962 pela autora Madeleine L’Engle, em uma visão de empoderamento da mulher negra.

O filme, que estreia no Estados Unidos nesta sexta-feira (9), também marca a primeira vez em que uma mulher negra dirigiu um filme de ação de Hollywood com um orçamento maior do que US$ 100 milhões e com um elenco tão multirracial.

Oprah Winfrey em cena do filme ‘Uma dobra no tempo’ (Foto: Divulgação)

No Brasil, “Uma dobra no tempo” entra em cartaz em 29 de março.

Oprah Winfrey, Mindy Kaling e Reese Witherspoon interpretam as três criaturas sobrenaturais que ajudam a guiar Meg Murry, uma menina de 13 anos que ama física, na procura por seu pai desaparecido, que envolve salvar o universo do mal.

“Olhem o que está no centro dessa história. Essa linda jovem menina, que é uma pessoa negra, que entra nessa incrível aventura para descobrir seu pai e, então, descobre o melhor de si mesma no processo”, disse Oprah Winfrey, que vive a sobrenatural Sra. Which.

Chris Pine em cena do filme da Disney ‘Uma dobra no tempo’ (Foto: Divulgação)

DuVernay escolheu a atriz Storm Reid para viver a adolescente Meg, e encheu o filme de atores de diversas etnias.

“Todos não deveriam ter um lugar na mesa? Isso é tudo que estamos dizendo aqui”, disse DuVernay.

“Pantera Negra”, também da Disney, recebeu excelentes críticas e arrecadou US$ 921 milhões nas bilheterias do mundo todo em três semanas, rompendo com a noção de Hollywood de que filmes sobre ou realizados por pessoas negras não geram dinheiro.

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